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7.30.2007

descriminação - deficientes - escândalo

Um verdadeiro escândalo está a assolar a comunidade das pessoas especiais, normalmente ditas deficientes, conforme noticiava o Correio da Manhã no dia 27 de Julho do corrente e que está a ultrapassar fronteiras, a ponto de passar na net como um verdadeira onda avassaladora, contra a injustiça e descriminação.

O caso não é para menos e torna-se recambolesco, assim contava a notícia: "
Um grupo de pessoas com deficiência da Póvoa de Santa Iria foi obrigado a sair do bar Hawaii, na doca de Santo Amaro, em Lisboa, por alegada discriminação. O incidente ocorreu na madrugada do dia 12 e motivou intervenção policial. Os responsáveis do bar alegaram problemas técnicos para fechar o estabelecimento, mas este viria a reabrir pouco depois de o grupo sair. Só na presença da PSP é que o Livro de Reclamações foi apresentado."

Lamentamos que as pessoas ainda ajam com arbitrariedade e descriminação em detrimento das leis de um país que se diz democrático e com igualdade entre os cidadãos de um mesmo solo, bandeira, língua e direito de voto!

Afinal, quem é deficiente: quem gere o bar Hawaii ou quem ali se quer divertir?

3.29.2007

Português xenofobo

Português xenofobo?
Qual Portugal deve ser dos portugueses?

O do universalismo e aculturação de pesoas, de civilização e segurança para todos, educação e aculturação ou o da civilidade bárbara encapotada em generosas boas despedidas de quem aproveita a mão de obra barata, sem preconceitos nem respeito pelos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, mesmo daqueles que não vêem a sua situação legalizada porque apenas encontram quemos explore?
Ou será o daqueles que tudo vendem e entregam aos de fora, com mais imaginação, know how e recursos, porque não tem capacidade de gerir o que é seu, propriedade, bens, recursos para dinamizar novas actividades e áreas de negócio, porque apenas pensam em disponibilizar o território para construir sem "rei nem roque", viabilizam projectos megalómanos sem pensar o desenvolvimento de forma integral dos seus concidadãos?
Ou ainda o daqueles que fazem acordos ditos institucionais, agora andamos ao nível dos universitários, para que os de fora venham buscar a "inteligência", a criatividade, o engenho e a arte nacionais para o transporem para trabalhos no estrangeiro e nos venderem a preços 5 vezes superior? O saber não tem fronteiras, dizem eles...

Ou será daqueles que incentivam a venda da casca de pinheiro das nossas florestas para Inglaterra e volta em artefacto de piso adequado para embate a colocar nos parques infantis, a um preço 10 vezes superior?
Quem sabe...mas dizia a minha avó sobre estas e outras coisas, "o que não passa na cabeça do diabo, passa pela cabeça de um tinhoso".
image: português xenófobo
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