Uma excursão à Nazaré, em pleno circuito da passeio turístico de fim de semana, de recreio após uma passagem pelas grutas da serra de mirad'aire. Após a chagada, foi combinada a hora de regresso para as 17:00 horas. Estava a camionete parada no parque do miradouro do sítio da Nazaré.Chegada a hora do adeus ao Sítio, as pessoas vão chegando e entrando para a camioneta auto-pullman com ar ventilado.A hora da partida está no zénite e falta apenas um passageiro, contrariando os habituais hábitos de atraso dos portugueses.Passam 15 minutos e o guia da excursão para procurar o excursionista em atraso clamoroso.O motorista pede calma Às pessoas e diz que é uma situação habitual nestas andanças a que está habituado e só o regula mesmo o limite de chegada ao destino pelas 20:00 horas desse dia, que de resto podem passar comboios e automotoras, aviões e outras aeronaves, mudança de aeroportos e barras de portos: nada o perturba!O guia volta passado mais meia hora e nada que uma figura de alguém conhecido seja familiar aos restantes 49 excursionistas.A fim de entreter os animosos viajantes, diz uns gracejos e anuncia os novos passeios, daí a 8, 15, 30 dias para Badajoz, Algarve, Valença, etc.As suas palavras vão tranquilizando as gentes habituadas às viagens, mas não às esperas que nessa coisa o guia é muito rigoroso, mas do 50º excursionista, nada.As outras camionetas foram saindo e apenas resta aquela no parque. Ao fundo de uma rua, entrecurtada e sinuosa, começa a descortinar-se uma figura, calma e serena no seu deambular, virando a cabeça ora à direita ora à esquerda para nada perder em pormenores. A maior proximidade da camioneta e o caminhar na sua direcção, faz parecer que o fim do desespero se aproxima.O guia sai, para falar com o indivíduo, atenuar o embate dos restantes camaradas de viagem e dar-lhe um belo puxão de orelhas.Viram-nos das janelas, a esbracejar e a falar alto, porém imperceptível. Os rostos de quem estava dentro do veículo foi abrandando a rispidez dos traços dos rostos.Fazendo "ouvidos de mercador", o passeante atrasado vai andando em direcção à camioneta, na sua voz melodiosa e eloquente, esgrimindo argumentos e gestos embraiados nas palavras, que em nada satisfaziam o guia e, audível já no interior do autocarro, também alguns dos domingueiros mais dianteiros.Para rematar, com um pé sobre o primeiro degrau e com os braços esticados ao varão de apoio na entrada, vozeirou para quantos o queriam ouvir:"não fui eu que me atrasei, vocês é que se desencontraram de mim!"A partir desse momento, esse indivíduo foi riscado das listas das excursões, cursou engenharia, fez projectos, recebeu a dobrar na exclusividade, expôs o país à clandestinidade económica europeia e continua a rir como se nada fosse com ele, mas apenas com os 99.999.999 portugueses.
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2.19.2008
a realidade socrática engenhosa
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Sócrates
7.16.2007
implantes mamários - oferta
Em Itália a oferta de implantes mamários já supera a de carros e viagens. Em muitos países os alunos que terminam o ensino secundário são recompensados com ofertas por parte dos pais. No caso de Itália, o topo das prioridades das raparigas foi recentemente ocupado pelos implantes mamários.
De acordo com o site Anaova, que noticia este crescimento do mercado do silicone entre as jovens finalistas italianas, as prendas mais usais, anteriormente, eram os automóveis e as viagens.
Uma das jovens que preferiu o bisturi, explicou a razão da escolha. «É muito mais útil do que algo como um carro, que se irá estragar dentro de alguns anos, ou uma viagem, que termina depois de uma semana. Os meus novos peitos vão durar uma vida inteira», disse Angelica Pesce, de 18 anos, citada pelo Ananova.
De acordo com o site Anaova, que noticia este crescimento do mercado do silicone entre as jovens finalistas italianas, as prendas mais usais, anteriormente, eram os automóveis e as viagens.
Uma das jovens que preferiu o bisturi, explicou a razão da escolha. «É muito mais útil do que algo como um carro, que se irá estragar dentro de alguns anos, ou uma viagem, que termina depois de uma semana. Os meus novos peitos vão durar uma vida inteira», disse Angelica Pesce, de 18 anos, citada pelo Ananova.
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